Para empresas
Consórcio empresarial e capital de giro: onde ele ajuda — e onde não substitui crédito
Para empresas, o consórcio pode fazer parte do planejamento de aquisição de veículos, máquinas, equipamentos ou imóveis. Ele não deve ser apresentado como dinheiro livre para folha, estoque ou despesas operacionais de curto prazo.
Consórcio é planejamento de ativo
Uma frota, uma máquina, um equipamento ou um imóvel podem sustentar a expansão de uma operação. Quando a empresa tem prazo para planejar, uma carta compatível com o ativo pode entrar na estratégia de investimento.
A categoria da cota e o contrato determinam a utilização possível.
Capital de giro pede outra análise
Capital de giro é liquidez para manter a operação: estoque, fornecedores, folha e despesas correntes. Como os recursos do consórcio possuem destinação contratual para bens ou serviços, ele não substitui uma linha de capital de giro quando a necessidade é imediata.
O ganho pode ser indireto
A compra planejada de um ativo pode preservar caixa ao longo do tempo, mas isso é diferente de receber recursos livres para custear a operação.
A empresa deve projetar parcelas, momento de aquisição, eventual lance e retorno esperado do ativo.
Checklist para a sua análise
- O objetivo é adquirir um ativo ou obter liquidez imediata?
- A categoria da carta corresponde ao ativo?
- As parcelas cabem no fluxo de caixa?
- O contrato foi revisado com a área financeira?
Fontes para aprofundar
Consulte as orientações do Banco Central sobre consórcios, a página sobre administradoras de consórcio e a Resolução BCB nº 285.
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